12ª vitória na Taça de Honra da AFL, nos penaltis, frente ao Estoril

21 de Julho de 2013. Nessa noite o Sporting conquistou a sua 12ª Taça de Honra da AFL em futebol ao derrotar o Estoril na marcação de grandes penalidades. A partida realizou-se no terreno do adversário – António Coimbra da Mota, e o Sporting apresentou-se com a seguinte equipa: Victor Golas; Ricardo Esgaio, Samba, Nuno Reis e Mica; Hugo Sousa, Kikas e João Mário; Viola, Betinho e Iuri Medeiros.

Jogaram ainda: Luka Stojanovic, Fokobo, Wilson Manafá, Yan Zihao, Pranjic e Mickael Meira.

Betinho (2 e 78 minutos) e Iuri Medeiros (83) foram os autores dos  tentos leoninos, enquanto Rúben Fernandes (27), Carlitos (33) e Sebá (56)  marcaram para os estorilistas, num jogo a alta rotação, com golos, emoção  e algumas “escaramuças” entre jogadores.

Tal como na véspera, diante do Benfica, a formação de Alvalade surgiu  com um “onze” recheado de juventude e com algumas alterações operadas por  Abel Ferreira (o treinador da equipa B orientou o conjunto), entre as quais a titularidade de Betinho.

Seria mesmo o jovem normalmente utilizado pela equipa B leonina a abrir as hostilidades,  logo aos 2 minutos, recebendo um passe de Mica e isolando-se perante  o guardião Vagner, que foi impotente para travar as intenções do avançado.

A formação da Linha reagiu muito bem e voltou a deixar excelentes indicações, apresentando  um futebol fluido e rápido, nomeadamente através dos extremos Carlitos e  João Pedro Galvão. Por isso a reviravolta no marcador acabaria por acontecer de forma natural, com Rúben Fernandes primeiro, e Carlitos depois, a corresponderem da melhor forma a dois lances de bola parada.

Com um maior “andamento” que o adversário, fruto da sua maior experiência e mais dias de trabalho (começara a época mais cedo) o Estoril manteve a tónica  no 2º tempo e, depois de Samba quase fazer um autogolo e Tiago Gomes ameaçar Victor Golas num livre direto, seria o reforço Sebá (ex-FC Porto B)  a dilatar a vantagem num pontapé cruzado.

Quando nada o fazia prever os jovens sportinguistas foram buscar as forças  que pareciam já não existir e, em apenas 5 minutos, repuseram a igualdade  no marcador por intermédio de Betinho e Iuri Medeiros, o que levou a decisão aos pontapés da marca de grande-penalidade.

Aí os leões foram mais eficazes, com Ricardo Esgaio, Fokobo, Stojanovic, Betinho, Pranjic, Kikas e Nuno Reis a concretizarem (Iuri Medeiros falhou).

Para chegar a esta final e a este triunfo os sportinguistas tinham derrotado na véspera o Benfica por 2-1. Ainda o jogo não tinha “aquecido” e já o Benfica marcava. Numa jogada algo confusa, com Ola John a falhar um cabeceamento, a bola bateu em Harramiz que assim inaugurava o marcador.

O Sporting não baixou os braços e, em grande parte do tempo foi superior aos encarnados, justificando o empate. A 1ª oportunidade verde e branca surgiu aos 17 minutos, por Jéffren, que de meia-distância obrigou Paulo Lopes a defesa atenta. Aos 33 Ricardo Esgaio rematou contra Roderick noutra boa ocasião dos leões. Aos 34, finalmente, na sequência dum canto, Nuno Reis apareceu na área para cabecear e fazer golo – era o empate.

Na 2ª parte o Sporting dominou por completo o jogo ante um Benfica desorganizado. Novamente na sequência dum canto, aos 51 minutos, Fokobo apareceu ao 2º poste para cabecear para golo. Pouco depois Ricardo Esgaio teve nova boa ocasião, com a bola a passar ao lado.

Só aos 60 minutos o Benfica conseguiu criar perigo. Harramiz, o autor do golo encarnado, trabalhou bem, serviu Rodrigo, mas valeu aos leões a saída rápida de Luís Ribeiro.

A situação complicou-se ainda mais para os pupilos de Jorge Jesus quando Sílvio viu o vermelho direto aos 66 minutos por entrada dura sobre Viola. Ainda assim, nas poucas ocasiões que conseguiu criar para chegar à área do Sporting, Urreta, aos 77 minutos, teve uma boa oportunidade, num remate que rasou a trave.

O final chegou com o triunfo leonino, perfeitamente lógico e de acordo com o desenrolar da partida, apesar da equipa verde e branca se ter apresentado com uma equipa muito mais jovem e inexperiente que o seu adversário.

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