3-1 ao Benfica e o jovem Pedro Gomes como “símbolo” da equipa

15 de Dezembro de 1963. À 9ª jornada do Campeonato Nacional encontraram-se no Estádio José Alvalade Sporting e Benfica. O Sporting até nem fazia um bom início de prova mas cerca de 1 mês antes tinha batido o recorde europeu que se mantém da maior goleada de sempre em Competições Europeias (16-1 ao Apoel Nicosia, no brilhante caminho para a conquista da Taça das Taças que aconteceria precisamente passado meio ano).

Para os leões era um jogo importantíssimo para se tentarem manter na luta pelo título. O técnico Gentil Cardoso escalou a seguinte equipa: Carvalho; Pedro Gomes, Lúcio e Hilário; Mendes e Péridis; Osvaldo Silva, Mascarenhas, Figueiredo, Géo e Morais.

O Sporting acabou, contra a expetativas, por obter um triunfo tranquilo alicerçado em golos de Figueiredo (21 minutos), Morais (60) e de novo Figueiredo (69). O mais que os encarnados conseguiram foi reduzir, por Eusébio, de penalty, a 13 minutos do fim.

A crítica foi unânime em considerar que o Sporting teve uma “clara superioridade em jogo-jogado” e que Benfica andou “completamente à deriva”. Pedro Gomes (apenas com 22 anos) foi considerado o melhor homem em campo, realizando uma verdadeira exibição de “mão-cheia” – o jornal “A Bola” chamou-lhe “o símbolo da equipa”!

Foto (arquivo) – Pedro Gomes, a grande figura do derby

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