Futebol – FC Porto-3 Sporting-0

3ª Jornada do Campeonato Nacional. Estádio do Dragão. Teste de fogo para o Sporting, que a 2 pontos do adversário (e do Benfica) poderia ficar já 5 em caso de derrota numa fase muito prematura da temporada, e numa semana em que, inesperadamente, Matheus Nunes (o jogador leonino da temporada na última época) foi vendido e em que também, inesperadamente, Rúben Amorim teceu várias considerações que parecem extravasar as suas competências.

A equipa: Adán (4); Neto (6) – Nuno Santos (2) 70, Coates (6) e Inácio (6); Porro (5), Ugarte (6) – Esgaio (1) 90+1, Morita (6) – Rochinha (2) 70 e Matheus Reis (5) – St. Juste (2) 79; Trincão (7), Edwards (6) – Fatawu (2) 79 e Pote (7).

Melhor sportinguista em campo – Pote

Este foi um jogo estranho. É verdade que o Sporting foi empurrado durante 20 a 25 minutos da 1ª parte para o seu reduto defensivo, pois a equipa do FC Porto jogou duma forma mais pressionante, mais pragmática e mais assertiva, mas durante todo o restante jogo o Sporting foi uma boa equipa, uma equipa que soube sair a jogar e construir várias oportunidades de golo.

A grande diferença hoje entre Porto e Sporting foi a eficácia, mas também os guarda-redes, pois enquanto o portista foi sem dúvida o melhor jogador em campo, Adán cometeu vários erros e não constituiu a mais-valia habitual (deve-lhe ter feito mal a visita a uma massacre animal durante a semana).

Morita ao poste aos 11 minutos (após grande lance de Pote, ainda com 0-0),  Trincão para grande defesa de Diogo Costa aos 45+3, Gonçalo Inácio de cabeça para grande defesa de Diogo Costa aos 45+5, Porro (em excelente posição) não remata após grande assistência de calcanhar de Trincão aos 58 minutos, Trincão aos 72 minutos falha a cabeçada em grande posição, Fatawu completamente isolado permite grande defesa a Diogo Costa aos 83 minutos. Foram 6 grandes oportunidades de golo que o Sporting teve no Dragão, e todas desperdiçou, com grande destaque para o magnífico guardião portista.

O Porto marcou aos 42 minutos por Evanilson – após cruzamento de João Mário, Adán saiu mal perante Taremi e a bola sobrou para o brasileiro… O 2-0 veio aos 78 minutos – com Adán fora da baliza, Pedro Porro fez uma bela defesa com a mão (!) – cartão vermelho para o espanhol e 2-0 por Uribe (nota – ao contrário do que disse Rúben Amorim no final, pensamos que Porro fez o correto, fez aquilo que devia ser feito. Um penalty não é garantia de golo, e antes a perder 1-0 com 10 homens do que a perder 2-0 com 11…). O 3-0 chegou de penalty aos 86 minutos por uma falta cometida por Adán (mais lento que Galeno) – o mesmo Galeno converteu.

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